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Argo pode levar a Fiat à liderança do mercado

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A Fiat não espera pouco do Argo, o hatch que acabou de lançar e que custou R$ 1 bilhão de investimento entre o projeto e a modernização da linha de montagem em Betim. O carro vai disputar um segmento hoje ocupado pelo Hyundai HB20 e pelo Chevrolet Onix e que é pra lá de atraente. Basta dizer que os dois – Onix e HB20 – lideram há mais de dois anos o ranking dos carros mais vendido no Brasil.

São carros numa categoria acima dos hatchs de entrada e mais equipados, tanto que a chegada do Argos não vai tirar de linha o Palio (que fica com uma versão de entrada, deixando as versões 1.4 e 1.6) e muito menos os demais modelos da Fiat no segmento: o Uno e o Moby, que estão classificados no sub-segmento “baixo”. No sub-segmento “alto” estão o Argo, o HB20, o Onix, o Etios e o Fox, conforme interpretação dos dirigentes da Fiat.

Para não errar, a Fiat escutou o consumidor e entendeu que ele quer desse tipo de carro potência e baixo consumo. A leitura que se faz quando o consumidor fala em potência não é exatamente um super motor para acelerar além da conta. Ele quer um carro que responda prontamente ao pé no acelerador, que tenha boa retomada de velocidade, o que é primordial para quem fica no anda e para do trânsito.

A fábrica oferece três opções de motor: o 1.0 de 3 cilindros e o 1.3 que receberam nota A no Programa de Etiquetagem Veicular. O 1.0 tem 77 cv e 10,9 kgmf de torque com álcool. O 1.3 tem 109 cv e 14,2 kgmf de torque (etanol) e o 1.8 E.torQ Evo VIS tem potência de 139 cavalos a 5.750 rpm e torque máximo de 19,3 kgfm a 3.750 rpm. Esses números indicam uma boa reação à aceleração, um carro ágil e que, por outro lado, tem baixo consumo.

Segundo a fábrica, o Argo 1.0 faz 9,9 km/h com álcool na cidade e 10,7km/l na estrada. O 1.3 faz 9,2 k/l (cidade) e 10,2 km/l (estrada) e o 1.8 manual faz 8km/l na cidade, sempre considerando o álcool.
Todos têm de série o sistema start stop, que desliga o motor quando o carro para.

Pesquisas recentes mostram que um motor ágil e o baixo consumo de combustível são os principais atributos levados em conta na hora da compra. Quase quatro (38%) de dez potenciais compradores disseram que a primeira opção na razão de compra é um motor forte e economia de combustível. Sinal de mudança na preferência do brasileiro, que antigamente tinha no design a sua preferência. Hoje o desenho do carro fica apenas em terceiro lugar na opção do consumidor desse segmento.

Crentes do acerto do produto, os dirigentes da Fiat apostam na liderança do segmento. Se depender da opinião dos participantes na clínica feita pela Fiat com os principais concorrentes, o Argo será mesmo um sucesso: segundo a empresa, a resposta para a pergunta “Qual desses carros você compraria” foi unânime a favor do modelo da Fiat.

A expectativa é vender seis mil unidades do Argo por mês, mais nove mil unidades dos demais modelos: Moby, Palio e Uno. Com seis mil carros por mês o Argo deve ficar entre os seis ou sete modelos mais vendidos no Brasil.

Se esses seis mil carros forem acrescentados no volume de vendas da marca, isto é, se não houver canibalização (Argo roubando venda do Palio), o novo carro pode significar a volta da Fiat à liderança do mercado, que perdeu para a GM no ano passado. Seis mil carros a mais representam um aumento em torno de três pontos percentuais de participação no mercado. Além disso, a tendência é que o Argo roube uma pequena parte das vendas de cada um dos concorrentes diretos, que são justamente os líderes do ranking: Ônix, HB20 e Ka.

Hoje a GM é líder do mercado com 17,7% e a Fiat é a segunda colocada, com 13,4% (dados do acumulado janeiro a maio).

O Argo não é um carro só para o Brasil. Na apresentação feita na última quarta-feira (31/5) a Fiat convidou também representantes da Argentina, Peru, Uruguai, Paraguai, Chile e Colômbia, para onde o carro será exportado, além do México.

Da mesma plataforma sairá o modelo sedã, que será fabricado na Argentina ainda este ano e que será vendido no Brasil a partir do primeiro semestre de 2018.

Stefan Ketter, presidente da FCA, que controla as marcas Fiat, Jeep, Chrysler, quer integrar o produto na América Latina:

“As exportações têm que duplicar para que o nosso produto seja sustentável”, disse. Ele considera que o Brasil tem chance única de liderar as exportações no Continente, ser o protagonista na América do Sul.

Veja o preço de cada versão:

Drive 1.0 MT: R$ 46.800

Drive 1.3 MT: R$ 53.900

Drive 1.3 GSR: R$ 58.900

Precision MT: R$ 61.800

Precision AT: R$ 67.800

HGT MT: R$ 64.600

HGT AT: R$ 70.600

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